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quinta-feira, 12 de março de 2009

O meu poema

Faz-me chorar Ajuda-me a sair desta dor como a borboleta se liberta do casulo;
Dá-me o teu ombro e simplesmente deixa-me encostar;
Diz-me que não faz mal ter medo do escuro, que posso ter saudade dos que partiram, que devo viver a nostalgia do que não vivi.
Diz-me que os teus braços fortes me amparam, que posso beber até cair, dançar até me perder, acelerar até o carro dar.
Diz-me que não tem mal ser a menininha da mamã, que é permitido precisar de mimos e colo.
Diz-me que não é obrigatório portar-me sempre como a Isabel II e que o rio que me corrói e estoira o coração, tem direito a alcançar a foz, no oceano da mágoa que me devora….
Diz-me…. Diz-me que sou uma menina pequenina e …ajuda-me a chorar.
Por favor.

isabel

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